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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Percepção - 5 sentidos

Quando falamos em aprendizagem, tudo começa na percepção.
É o sistema Nervoso Periférico (SNP), que, em uma troca com o meio, captura uma nova informação e a direciona para o Sistema Nervoso Central (SNC)
É esse input sensorial que vai permitir que o acesso a essa informação nova, a partir do processamento cognitivo e conexão com outras informações já existentes (os subsunçores, como refere Ausubel, os conhecimentos prévios), transforme-se um novo conhecimento, através do estabelecimento de uma nova conexão neural.

Parece óbvio falar dos 5 sentidos, mas, como eles são tão importantes no início desse processo, vale sempre reforçar a discussão para entendê-los bem.
Segue uma série de vídeos produzidos pelo Hospital Albert Einstein, que explica de maneira simples e divertida, cada um de nossos sentidos:


Tato:



Audição



Visão



Paladar:


Olfato:

sábado, 31 de outubro de 2015

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

O Cérebro do Atleta

É sempre um orgulho vermos nossos alunos e alunas encontrando seus espaços e mostrando seus trabalhos!
Reproduzo aqui a coluna do Washington Pedrette, meu ex-aluno da pós em Neurociência Aplicada à Educação, comentando sobre aplicações da neurociência ao treinamento de atletas.

O MMA é um esporte de alto rendimento, no qual o atleta tem que dar o melhor de si, em todos os sentidos — tanto mental quanto físico — e poucos segundos podem definir o resultado de um combate. Uns colhem os louros da vitória, ficam famosos, outros, nem tanto.
De qualquer forma, hoje muitos jovens frequentam academias de artes marciais e veem no esporte a chance de uma carreira. Como toda carreira, e o esporte não é diferente, existem etapas que não podem (e não devem) ser burladas. Uma dessas etapas pode ser chamada de psicológica, ou mental.
Em minha experiência atendendo lutadores, tenho visto muitos jovens, alguns realmente bons atletas, em excelente condição física, desistindo da carreira. Geralmente, após sofrer a primeira derrota profissional. Isso demonstra um total desconhecimento de seus potenciais,
Atualmente, a psicologia e a neurociência tem se debruçado muito em como melhor o desempenho dos atletas de alto rendimento, e hoje muitos esportistas já reconhecem a importância de um trabalho profissional para modificar seu aspecto mental — como forma de obter uma vantagem sobre seu oponente.
Cris Weidman, atual campeão dos pesos médios do UFC , invicto, é psicólogo e afirma para quem quiser ouvir que para chegar ao topo de qualquer esporte de alto rendimento a coisa mais importante é a parte mental. Segundo ele, o MMA é 90% mental e 10% físico, e essa é sua grande vantagem contra seus oponentes.
Na próxima coluna vou contar a história de uma atleta lutador de MMA (amador) que eu atendi, e de como a psicologia e a neurociência o ajudaram a realizar seu sonho de tornar-se um lutador profissional.

Washington Luis Pedrette é Psicólogo Clinico (CRP 06/122364), com pós-graduação em Neurociência Aplicada à Educação. Atua principalmente no desenvolvimento cognitivo de atletas de alto rendimento. 
Contato email: pedrettepsi@gmail.com

terça-feira, 5 de maio de 2015

Trabalho sobre Neuroplasticidade


Esses/as alunos/as sempre nos surpreendem!

Numa proposta de apresentação de seminário com estratégias diferentes, o Luiz e a Karina arrasaram criando a Revista Neurônios, para falar sobre a Neuroplasticidade.
Material top! Super qualidade tanto no conteúdo quanto no design.
Para ler ouvindo Raul.

"eu prefiro seeeer... "


 aqui




Quer conferir?
Pode baixar aqui.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Consciência

Mais um fruto de trabalho de alunas da turma de Pós em Neurociência aplicada à Educação, da FMU - Disciplina neuropsicologia da Aprendizagem.
O tema era consciência, e a estratégia de apresentação do trabalho era a criação de um site.
Elas aproveitaram para promover um debate entre a concepção Behaviorista e a Psicanalítica
Parabéns meninas. O trabalho ficou excelente!


http://monicaprofinfo.wix.com/consciencia

terça-feira, 24 de março de 2015

NEURONEWS - Neuroplasticidade


Com muito orgulho, compartilho aqui a produção d@s alun@s do curso de pós graduação em Neurociência aplicada à Educação, da FMU, como resultado de atividade proposta na disciplina Neuropsicologia e Aprendizagem:
A revista Neuronews - vol 1 - Uma edição dedicada à Neuroplasticidade.


https://dl.dropboxusercontent.com/u/48532376/NEURONEWS-1.pdf


Parabéns às/aos alun@s!
E Boa leitura!

quarta-feira, 18 de março de 2015

Avaliação da Linguagem

Para avaliação neuropsicológica da Linguagem, um dos testes mais utilizados é o Boston Naming Test, que utiliza figuras de objetos para avaliar a capacidade de reconhecimento e nomeação.

É empregado em crianças com dificuldades de compreensão ou produção de palavras ou material verbal escrito.
Pode ser usado a partir dos 6 anos de idade.




Também são utilizados o Teste de Fluência verbal (FAS, do inglês Verbal Fluency):

“Vou dizer uma letra do alfabeto. Quero que você me fale quantas palavras puder que comecem com aquela letra. Diga o mais rápido possível. Por exemplo, se eu disser “B”você poderá falar “boi, batalha, bengala…” Não quero que use nomes próprios como Bruno ou Belém. Não fale também nomes com sufixos diferentes, como beijar, beijando. Alguma pergunta? Comece quando eu disser a letra. A primeira letra é “F”. Pode começar” (quando finalizada a ordem para iniciar comece a cronometrar)

Tempo: 1 minuto para cada letra. Procure dizer palavars de incentivo, como “muito bem”ao final de cada minuto. Se o examinado tender a parar antes do final do tempo encoraje-o. Se houver passa de 15 segundos repetir as instruções básicas e a letra. Realizar o mesmo procedimento com as letras “A” e “S”.

E outros testes de compreensão, como o Teste de Token, além de compreensão de textos, escrita e leitura.
A avaliação inclui, ainda, os seguintes tópicos:

  • Órgãos fonoarticulatórios, 
  • Hábitos orais
  • Desenvolvimento da linguagem.

Algumas particularidades precisam ser respeitadas e levadas em conta quando se avalia uma criança com lesão cerebral.
Cabe ao profissional ter clareza dos propósitos, conhecimentos, habilidade e adequação das técnicas e instrumentos de investigação a serem utilizados, como também ter conhecimento das possíveis alterações e limitações decorrentes da lesão cerebral, para que não sejam cometidos equívocos ao concluir-se a avaliação neuropsicológica.

Avaliação da Memória


Para a avaliação neuropsicológica dessa função, são utilizados instrumentos que avaliam a capacidade de aprendizado de funções de memória, como, por exemplo:

Teste de Aprendizado Auditivo Verbal de Rey (Rey Auditory Verbal Learning Test-RAVLT)

e o

Teste de Aprendizado Visual de Desenhos de Rey (Rey Visual Design Learning Test-RVDLT).

Os testes que envolvem aprendizado, são mais sensíveis para detectar prejuízos de memória do que testes apresentados somente uma vez.


No teste de Aprendizado Auditivo Verbal de Rey, lê-se a lista de palavras para o examinando, pausadamente, cinco vezes consecutivas. Após cada uma das vezes em que são apresentadas as 15 palavras, o sujeito deve fazer a evocação do material, sem precisar seguir a mesma ordem de apresentação.


Teste de Aprendizado Visual de Desenhos de Rey (Rey Visual Design Learning Test - RVDLT)




O WRAML (do inglês Wide Range Assessment of Memory and Learning) é um instrumento psicométrico destinado a avaliar a capacidade de aprender e memorizar ativamente vários tipos de informação em pacientes na faixa etária de 5 a 17 anos (memória visual, aprendizado verbal, memória para histórias).




Raven e Columbia


Quando o paciente não apresenta condições de expressar-se verbalmente, usam-se os testes Matrizes Progressivas de Raven e Escala de Maturidade Mental Colúmbia.


Ambas avaliam a inteligência geral e possibilitam estimaa a capacidade de raciocínio geral de crianças de uma forma não-verbal.






O Objetivo do teste Matrizes Progressivas de Raven é descobrir as relações que existem entre as figuras e imaginar qual das oito figuras apresentadas completaria o sistema.



















A Escala de Maturidade Mental Columbia (EMMC) consta de um conjunto de 100 pranchas com 3, 4 ou 5 desenhos, em que apenas UM deles não obedece à relação existente entre os outros.
Este desenho diferencia-se dos demais, pelas sua cor, forma, tamanho ou outros aspectos que envolvem estabelecimento de relações mais complexas.









terça-feira, 17 de março de 2015

BPR-5

Com o propósito de avaliar a inteligência de uma forma global, foi padronizada para a população brasileira a Bateria de Provas de Raciocínio (BPR-5), a qual oferece estimativas do funcionamento cognitivo geral e das habilidades do indivíduo em cinco áreas específicas:

  • raciocínio abstrato;
  • raciocínio verbal;
  • raciocínio espacial;
  • raciocínio numérico;
  • raciocínio mecânico.

Este instrumento auxilia os examinadores a tomarem decisões sustentadas na avaliação das aptidões e raciocínio geral, tais como, por exemplo, na avaliação das dificuldades de aprendizagem.

É organizado em duas formas:

A) para estudantes da 6ª à 8ª série do ensino fundamental;

B) para alunos da 1ª à 3ª série do ensino médio.









WISC IV

E, para complementar,
um vídeo sobre o WISC IV:






Espero que possa ajudar!

As Escalas Wechsler

O padrão-ouro internacional para a quantificação das capacidades intelectuais são as Escalas Wechsler de inteligência, subdivididas pela faixa de idade.

Ao desenvolver sua bateria de testes, David Wechsler propôs o conceito de inteligência como uma entidade global e ao mesmo tempo única (razão pela qual utilizou o escore de QI), mas a baseou em um conjunto de habilidades específicas que são mais ou menos complexas e qualitativamente distintas. Originalmente estas escalas foram criadas sem relação com a teoria, embora posteriormente tenham sido feitas muitas especulações sobre a natureza desses testes e seus significados.

As escalas consistem em uma série de perguntas e respostas padronizadas que medem o potencial do indivíduo em áreas intelectuais diferentes, como o nível de informação sobre assuntos gerais, a interação com o meio ambiente e a capacidade de solucionar problemas cotidianos.




O Wisc, é específico para crianças
O Wais  é específico para adultos


O teste WPPSI (do inglês Wechsler Preschool and Primary Scale of Intelligence - Escala de Inteligência Wechsler para Pré-Escolares e Primário) é uma versão para crianças menores das escalas Wechsler, permitindo avaliar a inteligência de crianças entre 4 e 6,5 anos.
É constituída por seis subtestes verbais e cinco de natureza manipulativa. Normalmente, a aplicação de cinco subtestes de cada uma das subescalas (verbal e de execução) é suficiente para uma análise fidedigna.
A escala também permite recolher algumas informações sobre a organização do comportamento da criança.

As escalas de inteligência já são adaptadas, normatizadas e validadas para a população brasileira.
As baterias de avaliação de QI mais conhecidas e utilizadas em nosso meio são as Escalas Wechsler, que tiveram suas publicações completas mais recentes lançadas em 2002 (Escala de Inteligência Wechsler para Crianças - Terceira Edição - WISC-III, Figueiredo, 2002) e 2005 (Escala de Inteligência Wechsler para Adultos - Terceira Edição - WAIS-III, Nascimento, 2005) cujas aplicações duram em média 90 e 120 minutos, respectivamente.

Originalmente, as escalas de inteligência foram criadas para prever o desempenho acadêmico futuro, diferenciando aqueles que conseguiriam responder à escolarização formal daqueles que precisariam estudar em classes especiais. Atualmente, seu uso se ampliou muito, sendo que entre suas principais aplicações estão a avaliação de problemas de aprendizagem, no contexto psicoeducacional; o diagnóstico diferencial de desordens neurológicas e psiquiátricas e o planejamento de programas de reabilitação (neuro)cognitiva; e pesquisas, como, por exemplo, no pareamento de amostras.
Em virtude dessas novas utilizações, as formas reduzidas desses instrumentos são necessárias especialmente para triagem quando o tempo disponível para aplicação é limitado.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Breve histórico da avaliação Neuropsicológica



A avaliação neuropsicológica teve início com a observação de pacientes com lesões frontais e alterações comportamentais subsequentes a tais lesões.

No século XIX, surgiram as primeiras explicações que relacionaram as lesões dos lobos frontais às alterações do comportamento executivo.

No século XIX, os frenologistas Gall e Spurzheimer suspeitaram que os lobos frontais poderiam ser responsáveis pela fala e cálculo. Ainda nesse período, Broca descreveu diversos casos de afasia relacionados a lesões do lobo frontal esquerdo.


O caso Phineas Gage:

No século XIX, Harlow descreveu as alterações comportamentais de Phineas Gage (Gazzaniga et al., 1998). O caso de Phineas Gage foi a primeira tentativa de descrição detalhada do comprometimento das FE decorrente de uma lesão dos lobos frontais. John Harlow, médico que o acompanhou o caso, aventou que Gage havia sofrido lesões nos lobos frontais e que essa região é responsável por planejamentos e a execução de comportamentos socialmente adequados.




A moderna era da avaliação neuropsicológica das Funções Executivas teve início com os trabalhos pioneiros de Luria , que, mediante estudos com pacientes lesionados, durante a Segunda Guerra Mundial, Luria construiu um modelo explicativo para as lesões dos lobos frontais. Para Luria, o lobo frontal centraliza a responsabilidade por planejamentos, programação, regulação e verificação do comportamento intencional.


Os testes de inteligência mais comumente utilizados para crianças medem primariamente habilidades essenciais ao desempenho acadêmico.

Stanford-Binet foi o primeiro nos Estados Unidos.

Ainda hoje, se utilizam testes adaptado das escalas originais de Binet-Simon, que baseiam-se maciçamente no desempenho verbal e cobre desde os 2 anos até a idade adulta (23 anos), fornecendo uma idade mental e o chamado quociente de inteligência (QI).

Tanto o Stanford-Binet, como o WISC-III e o WIPPSI, que será comentado em breve, são administrados individualmente a cada sujeito.

domingo, 15 de março de 2015

Avaliação Neuropsicológica - Indicações parte 2

Assim, sendo, a Avaliação Neuropsicológica  é recomendada em qualquer casos em que exista suspeita de dificuldade cognitiva de origem neurológica ou comportamental.

Alguns exemplos:

- Doença de Alzheimer e outros tipos de Demências;
- Diagnóstico diferencial entre Depressão e Demência;
- Epilepsia;
- Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade;
- Dificuldades escolares;
- Distúrbios do desenvolvimento;
- Lesões cerebrais decorrentes de traumatismos;
- Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico ou isquêmico;
- Distúrbios psiquiátricos ou neuropsiquiátricos;
- Esclerose múltipla e outras doenças neurodegenerativas;

- Déficits causados por abuso de drogas e álcool e outras substâncias.



Avaliação Neuropsicológica - Indicações


Algumas da indicações para a avaliação neuropsicológica:

  • Identificar os prejuízos e as habilidades cognitivas preservadas nos pacientes;
  • Auxílio no diagnóstico diferencial de doenças neurológicas e psiquiátricas;
  • Elaboração de laudos para fins legais, sendo este o exame complementar que apresenta maior poder de discriminação numa avaliação médica pericial;
  • Orientação quanto à eficácia do tratamento farmacológico;
  • Elaboração, nos casos indicados, de um programa de reabilitação e estimulação cognitiva.

Avaliação Neuropsicológica - Procedimentos


Para um avaliação neuropsicológica bem sucedida, o ideal é que primeiramente seja realizada uma entrevista de triagem, para obter informações sobre a saúde global do paciente, incluindo queixas emocionais, cognitivas e comportamentais.

Essa entrevista é fundamentam, para que se possa identificar aspectos socio-familiares que possam ter influência no transtorno ou dificuldade apresentada.
E é a partir dessa triagem seleciona-se a bateria de testes neuropsicológicos mais adequada.Os resultados qualitativos e quantitativos indicarão as funções cognitivas preservadas e as funções que apresentam deficiência.

Em geral, elabora-se um relatório ou laudo neuropsicológico, onde são relatados os principais resultados da avaliação.

sábado, 14 de março de 2015

Avaliação Neuropsicológica - Avalia o que?

Diante do que já foi exposto nos posts anteriores, podemos definir que a Avaliação Neuropsicológica:

É o exame detalhado das funções mentais - funções cognitivas - utilizando-se de um conjunto de testes e procedimentos padronizados.
Possibilita a visualização do grau de integridade ou comprometimento das funções avaliadas.


ALGUMAS FUNÇÕES AVALIADAS
  • Memória;
  • Atenção;
  • Linguagem;
  • Raciocínio;
  • Conceituação;
  • Percepção visual;
  • Orientação;
  • Funções Executivas;
  • Humor

quinta-feira, 12 de março de 2015

Avaliação Neuropsicológica - Definição


O artigo Neuropsicologia da Aprendizagem, é um artigo de revisão e traz noções básicas sobre neurociência, aprendizagem e alguns transtornos psicológicos.
Dentre esses temas, os (as) autores (as) também abordam a Avaliação, ou Investigação Neuropsicológica, e sua importância.

Segundo eles (as):
"A investigação psicológica permite conhecer a estrutura interna dos processos psicológicos e da conexão interna que os une. Ela também nos possibilita realizar um exame pormenorizado das alterações que surgem nos casos de lesões cerebrais locais, assim como as maneiras pelas quais os processos psicológicos são alterados por essas lesões."
e seguem:
"Esse exame também se estende ao processo ensino-aprendizagem em geral, pois nos permite estabelecer algumas relações entre as funções psicológicas superiores (linguagem, atenção, memória, etc.) e a aprendizagem simbólica (conceitos, escrita, leitura, etc.), ou seja, o modelo neuropsicológico das dificuldades da aprendizagem se preocupa em reunir uma amostra de funções mentais superiores envolvidas na aprendizagem simbólica, as quais estão, obviamente, correlacionadas com a organização funcional do cérebro. Sem essa condição sine qua non, a aprendizagem não se processa normalmente, neste caso, podemos nos deparar com uma disfunção ou lesão cerebral."
Os (as) autores (as) apontam ainda, que os testes utilizados na avaliação neuropsicológica são diferentes dos utilizados geralmente em psicopedagogia.
A diferença se dá, sobretudo, na exploração de funções pontuais da mente que correspondem a áreas e circuitos muito bem identificados do cérebro, que propicia o reconhecimento das síndromes e quadros clínicos caracterizados sobre as bases anatomo-funcionais do cérebro.

No próximo post, mais sobre o assunto...

Referência e link para o artigo:
PAULA, G.R., BEBER B.C., BAGGIO S.B., PETRY T., Neuropsicologia da aprendizagem, Rev. psicopedag. vol.23 no.72 São Paulo, 2006, 224-231



segunda-feira, 9 de março de 2015

Funções Mentais Superiores

Vamos falar, agora, um pouco sobre as chamadas Funções Mentais Superiores.
Usa-se o termo Funções Mentais Superiores para referir-se ao processo de pensamento, memória, sensação, percepção, atenção, linguagem, emoção, etc.
É, portanto, através delas que os indivíduos desenvolvem visões de si mesmo e do mundo que os rodeia.

Sensação e percepção são a base de todas as outras funções mentais.






sexta-feira, 6 de março de 2015

Funções executivas

Começo o blog compartilhando um vídeo sobre Funções executivas, que podem ser definidas como:

"Habilidades cognitivas necessárias para controlar nossos pensamentos, nossas emoções e nossas ações São processos multidimensionais de controle cognitivo que se caracterizam por serem voluntários e exigir um alto esforço. Eles incluem a capacidade de avaliar, organizar e alcançar metas, bem como a capacidade de adaptar o comportamento com flexibilidade ao ser confrontado com novos problemas e situações."

Para falarmos de Neurociência e neuropsicologia, é importante a compreensão dessas funções, que são a base da capacidade de aprendizagem humana e de aquisição de novos comportamentos.

Vocês podem ler mais sobre o tema aqui