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segunda-feira, 7 de março de 2016

Avaliação Psicológica

Estava procurando material para discutir a avaliação psicológica, e acabei me deparando com um vídeo da minha ex-professora, muito querida, Ana Paula Porto Noronha.
Saudades do tempo da faculdade.
Saudades da turma e dos mestres e mestras.
Bom vê-los(as) brilhando ainda...

Confira esse excelente material, com essa grande profissional, disponibilizado pelo CRP:






quarta-feira, 18 de março de 2015

Avaliação da Memória


Para a avaliação neuropsicológica dessa função, são utilizados instrumentos que avaliam a capacidade de aprendizado de funções de memória, como, por exemplo:

Teste de Aprendizado Auditivo Verbal de Rey (Rey Auditory Verbal Learning Test-RAVLT)

e o

Teste de Aprendizado Visual de Desenhos de Rey (Rey Visual Design Learning Test-RVDLT).

Os testes que envolvem aprendizado, são mais sensíveis para detectar prejuízos de memória do que testes apresentados somente uma vez.


No teste de Aprendizado Auditivo Verbal de Rey, lê-se a lista de palavras para o examinando, pausadamente, cinco vezes consecutivas. Após cada uma das vezes em que são apresentadas as 15 palavras, o sujeito deve fazer a evocação do material, sem precisar seguir a mesma ordem de apresentação.


Teste de Aprendizado Visual de Desenhos de Rey (Rey Visual Design Learning Test - RVDLT)




O WRAML (do inglês Wide Range Assessment of Memory and Learning) é um instrumento psicométrico destinado a avaliar a capacidade de aprender e memorizar ativamente vários tipos de informação em pacientes na faixa etária de 5 a 17 anos (memória visual, aprendizado verbal, memória para histórias).




Raven e Columbia


Quando o paciente não apresenta condições de expressar-se verbalmente, usam-se os testes Matrizes Progressivas de Raven e Escala de Maturidade Mental Colúmbia.


Ambas avaliam a inteligência geral e possibilitam estimaa a capacidade de raciocínio geral de crianças de uma forma não-verbal.






O Objetivo do teste Matrizes Progressivas de Raven é descobrir as relações que existem entre as figuras e imaginar qual das oito figuras apresentadas completaria o sistema.



















A Escala de Maturidade Mental Columbia (EMMC) consta de um conjunto de 100 pranchas com 3, 4 ou 5 desenhos, em que apenas UM deles não obedece à relação existente entre os outros.
Este desenho diferencia-se dos demais, pelas sua cor, forma, tamanho ou outros aspectos que envolvem estabelecimento de relações mais complexas.









terça-feira, 17 de março de 2015

BPR-5

Com o propósito de avaliar a inteligência de uma forma global, foi padronizada para a população brasileira a Bateria de Provas de Raciocínio (BPR-5), a qual oferece estimativas do funcionamento cognitivo geral e das habilidades do indivíduo em cinco áreas específicas:

  • raciocínio abstrato;
  • raciocínio verbal;
  • raciocínio espacial;
  • raciocínio numérico;
  • raciocínio mecânico.

Este instrumento auxilia os examinadores a tomarem decisões sustentadas na avaliação das aptidões e raciocínio geral, tais como, por exemplo, na avaliação das dificuldades de aprendizagem.

É organizado em duas formas:

A) para estudantes da 6ª à 8ª série do ensino fundamental;

B) para alunos da 1ª à 3ª série do ensino médio.









WISC IV

E, para complementar,
um vídeo sobre o WISC IV:






Espero que possa ajudar!

WISC-III

O WISC-III é um instrumento clínico de administração individual para avaliar a capacidade intelectual de crianças e adolescentes (dos 6 aos 16 anos, 11meses e 30 dias).
É composta por 13 subtestes, cada um medindo um aspecto diferente da inteligência.
O desempenho nestes subtestes é resumido em 3 medidas: QIs Verbal, de Execução e Total.
Oferece ainda estimativas em 4 índices fatoriais: Compreensão Verbal, Organização Perceptual, Resistência à Distração e Velocidade de Processamento.

Exemplo: O subteste Cubos visa averiguar a capacidade de análise, síntese e planejamento de coordenadas vísuo-espaciais e a praxia construtiva.
Pede-se ao sujeito que reproduza, com cubos de faces coloridas, desenhos que lhe são mostrados. Para cada modelo é estipulado um prazo limite para execução.



Diversos subtestes da Escala de Inteligência Wechsler (WISC III e WPPSI) também auxiliam na investigação de disfunções frontais, tais como analogias, compreensão, códigos, etc

Embora o QI não seja uma medida para localizar disfunções cerebrais, o resultado de QI contribui para dar maiores informações sobre o nível geral de funcionamento do paciente e, assim, servir de referência para outras funções mais específicas, como memória, linguagem, etc.

Crianças com dificuldades motoras em geral são penalizadas neste teste, que não deve ser usado quando tal deficiência estiver presente.


Fontes:
YATES, D.B. e outros, Apresentação da Escala de Inteligência Wechsler abreviada (WASI), Resumos-XI Simpósio da ANPEPP, Aval. psicol. v.5 n.2 Porto Alegre dez. 2006.
CRUZ, M.B.Z, WISC III: Escala de Inteligência Wechsler para crianças: Manual , Aval. psicol., v.4 n.2 Porto Alegre nov. 2005
 
Mais sobre o WISC-III?
Tente esse vídeo  

As Escalas Wechsler

O padrão-ouro internacional para a quantificação das capacidades intelectuais são as Escalas Wechsler de inteligência, subdivididas pela faixa de idade.

Ao desenvolver sua bateria de testes, David Wechsler propôs o conceito de inteligência como uma entidade global e ao mesmo tempo única (razão pela qual utilizou o escore de QI), mas a baseou em um conjunto de habilidades específicas que são mais ou menos complexas e qualitativamente distintas. Originalmente estas escalas foram criadas sem relação com a teoria, embora posteriormente tenham sido feitas muitas especulações sobre a natureza desses testes e seus significados.

As escalas consistem em uma série de perguntas e respostas padronizadas que medem o potencial do indivíduo em áreas intelectuais diferentes, como o nível de informação sobre assuntos gerais, a interação com o meio ambiente e a capacidade de solucionar problemas cotidianos.




O Wisc, é específico para crianças
O Wais  é específico para adultos


O teste WPPSI (do inglês Wechsler Preschool and Primary Scale of Intelligence - Escala de Inteligência Wechsler para Pré-Escolares e Primário) é uma versão para crianças menores das escalas Wechsler, permitindo avaliar a inteligência de crianças entre 4 e 6,5 anos.
É constituída por seis subtestes verbais e cinco de natureza manipulativa. Normalmente, a aplicação de cinco subtestes de cada uma das subescalas (verbal e de execução) é suficiente para uma análise fidedigna.
A escala também permite recolher algumas informações sobre a organização do comportamento da criança.

As escalas de inteligência já são adaptadas, normatizadas e validadas para a população brasileira.
As baterias de avaliação de QI mais conhecidas e utilizadas em nosso meio são as Escalas Wechsler, que tiveram suas publicações completas mais recentes lançadas em 2002 (Escala de Inteligência Wechsler para Crianças - Terceira Edição - WISC-III, Figueiredo, 2002) e 2005 (Escala de Inteligência Wechsler para Adultos - Terceira Edição - WAIS-III, Nascimento, 2005) cujas aplicações duram em média 90 e 120 minutos, respectivamente.

Originalmente, as escalas de inteligência foram criadas para prever o desempenho acadêmico futuro, diferenciando aqueles que conseguiriam responder à escolarização formal daqueles que precisariam estudar em classes especiais. Atualmente, seu uso se ampliou muito, sendo que entre suas principais aplicações estão a avaliação de problemas de aprendizagem, no contexto psicoeducacional; o diagnóstico diferencial de desordens neurológicas e psiquiátricas e o planejamento de programas de reabilitação (neuro)cognitiva; e pesquisas, como, por exemplo, no pareamento de amostras.
Em virtude dessas novas utilizações, as formas reduzidas desses instrumentos são necessárias especialmente para triagem quando o tempo disponível para aplicação é limitado.

segunda-feira, 16 de março de 2015

As inteligências

Tradicionalmente, a inteligência está relacionada com as habilidades acadêmicas.
Porém existem outros tipos de inteligência, como, por exemplo, a caracterizada pela capacidade de relacionar ideias complexas, formar conceitos abstratos, derivar implicações lógicas através de regras gerais, e que, muitas vezes, não é possível mensurar através dos testes convencionais.


Nos testes convencionais, as abordagens da inteligência, duas são tratadas como fundamentais: a inteligência cristalizada (que prioriza o conhecimento) e a inteligência fluida (que prioriza o raciocínio).

 
A primeira se refere à profundidade das informações adquiridas via escolarização e geralmente é usada na resolução de problemas semelhantes ao que se aprendeu no passado (como nos testes tradicionais de inteligência).





A segunda se refere à capacidade de processamento cognitivo, ou seja, a capacidade geral de processar informações ou as operações mentais realizadas quando se resolvem problemas relativamente novos.





Breve histórico da avaliação Neuropsicológica



A avaliação neuropsicológica teve início com a observação de pacientes com lesões frontais e alterações comportamentais subsequentes a tais lesões.

No século XIX, surgiram as primeiras explicações que relacionaram as lesões dos lobos frontais às alterações do comportamento executivo.

No século XIX, os frenologistas Gall e Spurzheimer suspeitaram que os lobos frontais poderiam ser responsáveis pela fala e cálculo. Ainda nesse período, Broca descreveu diversos casos de afasia relacionados a lesões do lobo frontal esquerdo.


O caso Phineas Gage:

No século XIX, Harlow descreveu as alterações comportamentais de Phineas Gage (Gazzaniga et al., 1998). O caso de Phineas Gage foi a primeira tentativa de descrição detalhada do comprometimento das FE decorrente de uma lesão dos lobos frontais. John Harlow, médico que o acompanhou o caso, aventou que Gage havia sofrido lesões nos lobos frontais e que essa região é responsável por planejamentos e a execução de comportamentos socialmente adequados.




A moderna era da avaliação neuropsicológica das Funções Executivas teve início com os trabalhos pioneiros de Luria , que, mediante estudos com pacientes lesionados, durante a Segunda Guerra Mundial, Luria construiu um modelo explicativo para as lesões dos lobos frontais. Para Luria, o lobo frontal centraliza a responsabilidade por planejamentos, programação, regulação e verificação do comportamento intencional.


Os testes de inteligência mais comumente utilizados para crianças medem primariamente habilidades essenciais ao desempenho acadêmico.

Stanford-Binet foi o primeiro nos Estados Unidos.

Ainda hoje, se utilizam testes adaptado das escalas originais de Binet-Simon, que baseiam-se maciçamente no desempenho verbal e cobre desde os 2 anos até a idade adulta (23 anos), fornecendo uma idade mental e o chamado quociente de inteligência (QI).

Tanto o Stanford-Binet, como o WISC-III e o WIPPSI, que será comentado em breve, são administrados individualmente a cada sujeito.

domingo, 15 de março de 2015

Avaliação Neuropsicológica - Indicações parte 2

Assim, sendo, a Avaliação Neuropsicológica  é recomendada em qualquer casos em que exista suspeita de dificuldade cognitiva de origem neurológica ou comportamental.

Alguns exemplos:

- Doença de Alzheimer e outros tipos de Demências;
- Diagnóstico diferencial entre Depressão e Demência;
- Epilepsia;
- Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade;
- Dificuldades escolares;
- Distúrbios do desenvolvimento;
- Lesões cerebrais decorrentes de traumatismos;
- Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico ou isquêmico;
- Distúrbios psiquiátricos ou neuropsiquiátricos;
- Esclerose múltipla e outras doenças neurodegenerativas;

- Déficits causados por abuso de drogas e álcool e outras substâncias.



Avaliação Neuropsicológica - Indicações


Algumas da indicações para a avaliação neuropsicológica:

  • Identificar os prejuízos e as habilidades cognitivas preservadas nos pacientes;
  • Auxílio no diagnóstico diferencial de doenças neurológicas e psiquiátricas;
  • Elaboração de laudos para fins legais, sendo este o exame complementar que apresenta maior poder de discriminação numa avaliação médica pericial;
  • Orientação quanto à eficácia do tratamento farmacológico;
  • Elaboração, nos casos indicados, de um programa de reabilitação e estimulação cognitiva.

Avaliação Neuropsicológica - Procedimentos


Para um avaliação neuropsicológica bem sucedida, o ideal é que primeiramente seja realizada uma entrevista de triagem, para obter informações sobre a saúde global do paciente, incluindo queixas emocionais, cognitivas e comportamentais.

Essa entrevista é fundamentam, para que se possa identificar aspectos socio-familiares que possam ter influência no transtorno ou dificuldade apresentada.
E é a partir dessa triagem seleciona-se a bateria de testes neuropsicológicos mais adequada.Os resultados qualitativos e quantitativos indicarão as funções cognitivas preservadas e as funções que apresentam deficiência.

Em geral, elabora-se um relatório ou laudo neuropsicológico, onde são relatados os principais resultados da avaliação.

sábado, 14 de março de 2015

Avaliação Neuropsicológica - Avalia o que?

Diante do que já foi exposto nos posts anteriores, podemos definir que a Avaliação Neuropsicológica:

É o exame detalhado das funções mentais - funções cognitivas - utilizando-se de um conjunto de testes e procedimentos padronizados.
Possibilita a visualização do grau de integridade ou comprometimento das funções avaliadas.


ALGUMAS FUNÇÕES AVALIADAS
  • Memória;
  • Atenção;
  • Linguagem;
  • Raciocínio;
  • Conceituação;
  • Percepção visual;
  • Orientação;
  • Funções Executivas;
  • Humor

sexta-feira, 13 de março de 2015

Avaliação Neuropsicológica - Definição parte 2

Dando sequencia à definição de Avaliação Psicológica, trazida pelo artigo Neuropsicologia da Aprendizagem:

A avaliação neuropsicológica é a única forma possível de se avaliar uma determinada função, posto que somente quando a mesma é colocada à prova (mediante testes específicos), podemos observar sua integridade ou comprometimento.
A exploração neuropsicológica na infância pode ser dividida em dois grandes grupos:
  • a investigação mais rigidamente conduzida sob a forma de uma bateria sistematizada, levando-se em conta, na inclusão de cada item, os mecanismos subjacentes à função examinada;
  • o exame menos sistemático decorrente da re-leitura neuropsicológica do próprio psicodiagnóstico clássico e de toda produção escolar dos dados da anamnese, bem como da observação do comportamento.
Para identificar precocemente alterações no desenvolvimento cognitivo e comportamental, se faz necessária a utilização de instrumentos adequados a esta finalidade (testes neuropsicológicos e escalas para a avaliação do desenvolvimento). A importância desses instrumentos reside, principalmente, na prevenção e detecção precoce de distúrbios do desenvolvimento/aprendizado, indicando de forma minuciosa o ritmo e a qualidade do processo e possibilitando um "mapeamento" qualitativo e quantitativo das áreas cerebrais e suas interligações (sistema funcional), visando a intervenções terapêuticas precoces e precisas.

A contribuição da avaliação neuropsicológica da criança é extensiva ao processo de ensino-aprendizagem, pois nos permite estabelecer algumas relações entre as funções corticais superiores, como a linguagem, a atenção e a memória, e a aprendizagem simbólica (conceitos, escrita, leitura, etc.). O modelo neuropsicológico das dificuldades da aprendizagem busca reunir uma amostra de funções mentais superiores envolvidas na aprendizagem simbólica, as quais estão, obviamente, correlacionadas com a organização funcional do cérebro. Sem essa condição, a aprendizagem não se processa normalmente.

As disfunções cerebrais, bem como as lesões, interferem no processamento das informações: recepção (ocasiona problemas perceptuais); integração (surgem dificuldades na retenção-memória e elaboração); e expressão (surgirão distúrbios na ordenação, seqüencialização, planificação e execução), sendo essas informações envolvidas pelo aprendizado.

Ao fornecer subsídios para investigar a compreensão do funcionamento intelectual da criança, a neuropsicologia pode instrumentar diferentes profissionais, tais como médicos, psicólogos, fonoaudiólogos e psicopedagogos, promovendo uma intervenção terapêutica mais eficiente.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Avaliação Neuropsicológica - Definição


O artigo Neuropsicologia da Aprendizagem, é um artigo de revisão e traz noções básicas sobre neurociência, aprendizagem e alguns transtornos psicológicos.
Dentre esses temas, os (as) autores (as) também abordam a Avaliação, ou Investigação Neuropsicológica, e sua importância.

Segundo eles (as):
"A investigação psicológica permite conhecer a estrutura interna dos processos psicológicos e da conexão interna que os une. Ela também nos possibilita realizar um exame pormenorizado das alterações que surgem nos casos de lesões cerebrais locais, assim como as maneiras pelas quais os processos psicológicos são alterados por essas lesões."
e seguem:
"Esse exame também se estende ao processo ensino-aprendizagem em geral, pois nos permite estabelecer algumas relações entre as funções psicológicas superiores (linguagem, atenção, memória, etc.) e a aprendizagem simbólica (conceitos, escrita, leitura, etc.), ou seja, o modelo neuropsicológico das dificuldades da aprendizagem se preocupa em reunir uma amostra de funções mentais superiores envolvidas na aprendizagem simbólica, as quais estão, obviamente, correlacionadas com a organização funcional do cérebro. Sem essa condição sine qua non, a aprendizagem não se processa normalmente, neste caso, podemos nos deparar com uma disfunção ou lesão cerebral."
Os (as) autores (as) apontam ainda, que os testes utilizados na avaliação neuropsicológica são diferentes dos utilizados geralmente em psicopedagogia.
A diferença se dá, sobretudo, na exploração de funções pontuais da mente que correspondem a áreas e circuitos muito bem identificados do cérebro, que propicia o reconhecimento das síndromes e quadros clínicos caracterizados sobre as bases anatomo-funcionais do cérebro.

No próximo post, mais sobre o assunto...

Referência e link para o artigo:
PAULA, G.R., BEBER B.C., BAGGIO S.B., PETRY T., Neuropsicologia da aprendizagem, Rev. psicopedag. vol.23 no.72 São Paulo, 2006, 224-231



quarta-feira, 11 de março de 2015

A Avaliação Neuropsicológica

Olá!
Encontrei esse videozinho, explicando de modo bem simples o que é a Avaliação Neuropsicológica.
É bem interessante para começarmos uma série de posts que levarão a uma reflexão sobre o tema.
Espero que gostem!